Mas não vim aqui só pra concordar com isso. Eu to entediada, pra variar. Constitucional é MUITO chato… =/ Eu tinha de postar o resto da história de Lady, my sweetheart MGW, não que alguém além do próprio Gabe esteja lendo (tudo bem, IJLM me perguntou algumas coisas, mas acho que ela parou de ler). Acho que antes de postar, vou passar pro Gabe betar o texto. VIVO esquecendo de um detalhe ou outro, e ele reclama lol. Engraçado como, no fim, até mesmo quem não lê MGW acabou conhecendo o Than-sama… =) não sei pq, mas isso me deixa feliz, afinal, nngm além de mim e Gabe conhece realmente o Than, e ninguém que eventualmente me perguntou sobre ele conhecia o Gabe… Isso significa que, de um jeito ou de outro, as pessoas prestam atenção em mim. Ando carente de atenção, percebe-se… =)
(Source: saladadeovo, via just-mars)

Dispensa maiores explicações. xD
Jack :D
:3
É, eu tava entediada, deu pra notar?




Lady e Than. :3


Yorith [?] e Apolo
Mas não sei qual é a promoção. Alguém sabe qual é a promoção do Mc Lanche Feliz? :D
Elizabeth tinha aparecido lá já havia algum tempo. Pedira seu filho de volta, e Lady tentu de todo o jeito convencer Thanatos a entrega-lo a ela. Apesar de tudo, Elizabeth era mãe.
Quando Asmo se juntou aos esforços dela, Thanatos cedeu.
Apesar de saber que ela era sua inimiga, Lady estava feliz por Elizabeth. Afinal, por mais que ela fosse demoníaca, uma pessoa asquerosa e cosia e tal, e ter tentado roubar Thanatos dela e depois matar Cristal, ela é mãe. E toda a mãe merece ficar com seu filho. E, por mais que Asmo seja um anjo caído, aparentemente a idade o estava atingindo e ele, ao ver de Lady, não passava de um velho tarado. Sua companhia não era a melhor pra uma criança.
Além disso, e como Lady disse a Thanatos, ela não era mais a novatinha que era quando Elizabeth tentara atentar contra sua filha ou quando tentara roubar dela seu ex-futuro marido. Bom, pra variar, Lady se arrependeu amargamente de ter induzido seu Senhor da Morte a permitir que o garoto fosse entregue a mãe. Pra variar, as coisas não andaram como ela previu, e Elizabeth não partiu feliz com seu filhote e o marido humano. Pra variar, ela voltou pra “se vingar”.
Sinceramente, nem eu mesma não sei de que.
Aquele dia o prédio inteiro tremeu. Não era normal haver tremores onde eles moravam, estavam longe de fissuras e de áreas de tectonismo, enfim. Cristal saiu apavorada de seu buraco, e foi até Lady, e sua mãe lhe disse que não se preocupasse. Afinal, o tremor já passara. Ainda assim, a pequena semi-deusa não se acalmou. Como nunca acontecia, ela sentou-se na sala. Um tempo passou antes de ela resolver subir novamente.
A porta foi aberta sem cerimônias, como acontecia quando algum amigo que não usava aparecer do nada no meio da sala chegava. E lá estava a própria Elizabeth, com a mão displicentemente largada sobre o ombro do filho Fernando.
Lady conhecia aquele sorriso. O tinha visto pela última vez quando tinha uns 19 ou 20 anos. Acreditem, não era um sorriso amigável.
O prédio tremeu de novo. Alguém gritou lá fora, e Cristal, em seu buraco, respondeu o grito e começou a sair de lá. Lady lhe disse que ficasse no buraco, mas a menina estava apavorada. Os olhos prateados da muulher voaram de cima da escada para Elizabeth, e ela se moveu mais rápido do que a vez em que cortara Thanatos, quando era recém-transformada. Ela puxou a menina ainda no quarto e a abraçou, protegendo a filha com o próprio corpo, e Elizabeth se colocou em sua frente. Lady percebeu enrolada em seus braços uma corrente negra, que ela conhecia de não muito tempo. Corrente do Tártaro. Lady deve ter rosnado e mostrado as presas como um animal acuado, mas aquilo era irrelevante no momento, ela tinha de proteger sua cria, que estava apavorada.
O movimento foi rápido. A corrente foi lançada e se enrolou no braço de Lady. Seus olhos, antes vermelhos, voltaram de imediato ao prata servil, e sua força se igualou a de um mortal, ou menos. Quando Elizabet puxou a corrente, seu braço soltou Cristal. Sem seus poderes vampíricos, ela não passava de uma aprendiz de Feiticeira. A outra mulher empurrou-a contra a parede, e Lady se bateu lá, atordoada. Uma parte da laje superior caiu, prendendo-a contra o chão. Sem sua força, ela não conseguiu remover aquele pedaço de concreto.
-Pronto, Fê. – Ela viu Cristal nos braços de Elizabeth, e tentou insistentemente se soltar daquela corrente. Cristal estava desesperada, tentou, eventualmente conseguindo, morder o braço de Elizabeth. A mulher tentou se livrar da menina, mas foi em vão. Eliza pegou um vidro de perfume de cima da minha penteadeira e quebrou-o na cabeça de Cristal. Foi o jeito de a menina solta-la. Elizabeth então enrolou a corrente que ainda estava presa em seu braço no pescoço da Criança, e amarrou-o ao pé da cama. Dois socos bastaram para desacordar a criança sem poderes.
Elizabeth chutou sem dificuldade a laje de cima de Lay e puxou sua corrente. Lady deduziu que havia uma ponta da corrente que era ferro normal, e assim ela não perdia os poderes quando tocava a corrente. Ou, de outra forma, talvez houvesse algum antídoto, algo que oferecesse imunidade ao poder maligno daquele aço. Enfim, aquilo não era importante…
Eliza puxou a corrente que prendia Lady e a obrigou a descer até a sala. Minha tocha mágica jazia no chão, e meu sofá pegava fogo. Mas isso era impossível, minha tocha mágica não queimava, ela só ardia infinitamente.
Enquanto Elizabeth amarrava a ponta da corrente presa no pulso de Lady ao pé do enorme piano de madeira, Lady entendeu o que acontecia. Entendeu por que Elizabeth quis o menino de volta. Ele era um piromante. Suas mãos incendiavam os móveis, a escada de madeira, o papel de parede…
Ao terminar de colocar fogo em tudo, Elizabeth riu. Puxou o rosto da inimiga e encostou a própria testa na dela, mirando os olhos prateados.
-Obrigada por tudo. – Eliza disse e, puxando o próprio filho, saiu e fechou a porta.
(via thefernandesdollhouse)
(via thefernandesdollhouse)
Ele desapareceu naquela noite, mas Lady compreendeu. Não devia ser fácil pra ele… Não era pra ela também, mas ela tinha de ser forte por Cristal.
Ele sempre voltava…
E quando ele voltou, ela estava esperando-o. Vestia um quimono curto, e levantou-se quando ele surgiu em sua sala, indo abraça-lo. Aquilo era, ao ver dele, muito estranho, ela sempre se limitava a cumprimenta-lo, mas por que faria objeção?
Quando ela beijou-o, seu corpo ferveu. Havia quanto tempo que ela não fazia isso?
A pequena mão dela segurou a dele, e os olhos prata foram baixados.
-Você me salvou, e eu devo pagar por isso… – Ela brincou um instante com os dedos dele, e depois guiou sua mão até o laço do vestido, deixando-a lá – Puxe.
E ele puxou. O vestido se abriu, e não havia nada por baixo além do corpo alvo e belo que ele desejava. Ela se ergueu pra beija-lo, mas ele desviou.
-O que houve?
-Você tem certeza? – Ele perguntou, segurando seus ombros e mirando-a nos olhos. Ela sorriu.
-Você me salvou, e eu tenho de pagar de algum modo. Por que maneira melhor que essa? Thanatos empurrou o vestido dos ombros dela e deixou que ele caísse no chão. Pegou-a no colo, enquanto ela ria, e colocou-a carinhosamente no sofá, beijando-a incessantemente.
A boca voraz do Deus da Morte desceu por seu pescoço e então por seu corpo, e se deteve em um ponto pouco abaixo do umbigo e acima de seu prazer. Ela tentava puxar as roupas dele, mas ele a impediu por um instante, segurando seus braços e beijando seu ventre.
Lá de cima veio um barulho, mas nenhum deles ligou.
-Ah, por favor, façam isso em um local mais privado. – Alguém disse às suas costas, na escada. Thanatos se ergueu e olhou a pessoa, sem prestar muita atenção nela.
-Com licença, você está atrapalhando.
A distância entre a escada e o sofá foi cortada em dois passos ágeis. Os cabelos dele foram puxados para trás, e seus olhos se fixaram em dois olhos vermelhos como o sangue, no rosto de sua amada.
-Estou atrapalhando, é? Muito bom. Yorith, você está proibida de assumir minha forma ou qualquer outra que não a sua própria. Façam um bom proveito, e limpem tudo quando terminarem. – Lady largou os cabelos de Thanatos e se virou, subindo as escadas enquanto, lentamente, a demônia voltava a sua forma original.
-Eu estava prestes a… Uma demônia? – Thanatos perguntou-se baixinho, olhando Yorith. Ela sorriu.
-É, e aposto que você ia gostar. Por que parar? Continue, deixo você continuar fingindo que sou ela…
-Eu não… – Ele olhou pra demônia por um instante e franziu o cenho – Não posso. Eu quero ela, nenhuma outra.
-Ah, certo. – Yorith encolheu as longas pernas. Lançou-as para fora e ergueu-se, pegando o próprio vestido e colocando-o novamente. – Bom, acho melhor você ir lá e explicar a situação pra ela, por que ela ta muito brava com você, acredite. – A demônia deu de ombros e dirigiu-se para a cozinha. Thanatos levantou, suspirou e subiu as escadas, empurrando a porta do quarto. Sentada na cama, Lady lia. Nem se dignou a erguer os olhos.
-Ah, já terminou? Foi rápido.
-Não… Fizemos nada. – Ele respondeu, meio travado. – Não quero ela, quero você. Só você.
Ela fechou o livro e olhou-o tristemente.
-Sinto muito por isso. – Ela disse, encarando-o, e ele balançou a cabeça.
No entanto, nesse instante, Hades invocou Thanatos. Antes que sua figura desaparecesse da frente de Lady, ele foi substituído.
-Você pode resolver isso, você sabe… – Ele disse, se aproximando da cama, e sentando-se ali. – É só você querer.
Ele se inclinou sobre ela e a beijou. Ela tentou fugir, mas foi encurralada contra o colchão.
Sua roupa foi aberta por um Thanatos sentado sobre sua virilha, impossibilitando-a de se erguer.
-Por favor, pare. – Ela pediu, tentando se afastar, mas estava presa. – Por favor.
-Você vai gostar, acredite. – Ele observou se abaixando e beijando o pescoço dela. Mas aquilo estava errado… Thanatos não faria isso… E onde diabos estava a estrela que devia estar em sua testa, aparecendo com o cabelo afastado?
-Yorith? – Lady chamou, e o homem ergueu os olhos com um sorriso travesso. – Saia de cima de mim.
-Ah, Lady. Fique quieta. Você vai gostar, sério. Sei fazer coisas que ninguém mais sabe… – E a demônia, na forma de Thanatos, lhe beijou. E sua boca, a boca dele, desceu por seu corpo. E uma frase que ela aprendera já há um tempo surgiu em sua mente. Era patética e humilhante, mas, com certeza, não era pior que ser atacada por um incubo.
-Eu te invoco, meu mestre. Dou a você meu corpo e minha alma.
O homem, ou o demônio transmutado em homem, foi arrancado de cima dela. Quando ela conseguiu se erguer e segurar a blusa sobre a roupa íntima, observou a situação. Thanatos, o verdadeiro, estava lá, e a estrela em sua testa brilhava. A Espada Banida, aquela mesma resgatada por Cristal e Hypnos, estava em sua mão, apontada direto para a garganta do incubo.
-O que eu faço com ela… ele? – Ele pediu, e sua voz soava um pouco mais brusca que o normal. Lady se encolheu na cama.
-Mate-a.
-Por favor, senhora… – O demônio implorava, enquanto assumia novamente sua forma de mulher – Eu não queria ferir, só queria realizar um desejo… Queria deixá-los felizes…
-Tem certeza? – Ele perguntou, sem tirar os olhos do demônio.
-Minha ordem não foi clara o bastante? – Lady retrucou, segurando a roupa. Em um só movimento, a espada do Deus da Morte atravessou a demônia, e esta então virou pó, para então desaparecer.
-O que houve aqui?
-Ela me atacou, não é óbvio. Se aproveitou da sua imagem e… – Ela parou quando ele avançou e subiu na cama, parando quase em cima dela. Puxou sua roupa e passou a mão no ponto entre seus seios.
Ali, surgiu uma marca estranha. Uma estrela com um círculo, ambos roxos em fundo preto.
-Você é a única que tem essa marca. – Ele avisou brevemente, descendo da cama. Agilmente ela fechou a blusa. – Você é a única que tem a marca de Thanatos. Ela vai proteger você. Eu vou.
Se a gente não tomasse Coca, daria menos.
Se a gente não tomasse Coca, ficaríamos embuchados.
AHUSHAUSHAUSHAUSHASA
Aí comeríamos menos.
Mas ficaríamos embuchados igual.
HAUSHAUSHUASHUAHSUASUASAS
Comi sushi essa semana. Foi legal :D
Meu namorado não sabe me dizer não ô.o :3 xDDD



